Polícia Civil intensifica combate à receptação de metais preciosos em São Paulo

Na manhã desta segunda-feira (24), a Polícia Civil de São Paulo deflagrou a segunda fase da Operação Ouro Reverso, intensificando o combate a grupos especializados no roubo, receptação e comercialização de metais preciosos, principalmente joias de ouro. A força-tarefa, conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), cumpre 28 mandados de busca e apreensão e mais quatro de prisão. Uma das ações de destaque foi o bloqueio judicial de até R$ 34 milhões nas contas dos investigados, sinalizando o grande impacto financeiro da rede criminosa.

Ação mira o "círculo de fogo" no centro de São Paulo

O foco principal da operação está no chamado "círculo de fogo", formado por empresas localizadas no centro de São Paulo, suspeitas de adquirir joias roubadas e promover o derretimento dos metais para eliminar provas e facilitar a revenda no mercado clandestino. As diligências contam com apoio de auditores fiscais da Fazenda estadual e de avaliadores da Caixa Econômica Federal, fortalecendo a fiscalização do fluxo ilícito de ouro e outros metais valiosos.

Segundo o secretário Osvaldo Nico Gonçalves, titular da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, essa fase da investigação atinge o alto comando das organizações criminosas envolvidas no esquema. Em entrevista, Gonçalves destacou que a operação demonstra o compromisso da gestão estadual em desmantelar estruturas sofisticadas de crime organizado que operam há anos na capital paulista.

Contexto e trajetória da Operação Ouro Reverso

A operação Ouro Reverso foi iniciada em 2025 e, na primeira fase, culminou na prisão de um dos maiores negociadores de ouro roubado do estado, integrante de uma quadrilha liderada por uma mulher conhecida como "Mainha do Crime". O grupo fornecia suporte logístico e operacional para quadrilhas paulistas, atuando de forma estruturada para lavar e comercializar metais roubados.

De acordo com o delegado-geral Artur Dian, o objetivo atual é coletar novas provas, identificar outros envolvidos e interromper de vez o fluxo criminoso de metais preciosos. "Nossa prioridade é proteger o patrimônio da população e enfraquecer financeiramente essas quadrilhas", afirmou Dian.

Impacto e próximos passos

A Operação Ouro Reverso tem grande repercussão entre comerciantes de joias, consumidores e moradores do centro de São Paulo, trazendo sensação de maior segurança para a região. A expectativa é que novas fases ocorram, já que a investigação segue em andamento, com informações que poderão levar a mais prisões e bloqueios de recursos.

A Polícia Civil de São Paulo reforça que denúncias anônimas podem ser feitas por meio dos canais oficiais para contribuir com o combate ao crime de receptação e comércio ilegal de metais preciosos.

Para mais informações atualizadas sobre este e outros casos, acompanhe localpulsebrazil.com.

Por que isso importa

Polícia Civil de São Paulo entra na cobertura nacional porque afeta o debate público e o dia a dia do leitor. A Polícia Civil de São Paulo realizou nesta segunda uma grande operação para impedir o derretimento e a comercialização de joias roubadas. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em empresas do centro da capital, com destaque para o bloqueio de até R$ 34 milhões em ativos. As investigações continuam e novas fases podem ser deflagradas para desarticular totalmente o grupo.

Polícia Civil intensifica combate à receptação de metais preciosos em São Paulo No contexto brasileiro, Polícia Civil de São Paulo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Polícia Civil de São Paulo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com

A Polícia Civil de São Paulo realizou nesta segunda uma grande operação para impedir o derretimento e a comercialização de joias roubadas. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em empresas do centro da capital, com destaque para o bloqueio de até R$ 34 milhões em ativos. As investigações continuam e novas fases podem ser deflagradas para desarticular totalmente o grupo. No contexto brasileiro, Polícia Civil de São Paulo permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.

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