O ex-dirigente do São Paulo Futebol Clube e médico, Marco Aurélio Cunha, foi alvo de um violento assalto na última quarta-feira (12), na zona oeste de São Paulo. O incidente ocorreu no bairro de Cerqueira César, quando ele tentava recuperar um celular que havia sido furtado por uma gangue conhecida por suas ações de quebra-vidro.
O que aconteceu
Cunha estava dentro de um táxi, retornando da Avenida Paulista, mexendo em seu celular, quando um criminoso quebrou o vidro do veículo para roubar o aparelho. O ataque aconteceu na Avenida Doutor Arnaldo, próximo à estação Clínicas da linha 2-Verde do Metrô. Ao perceber o furto, o ex-dirigente saiu correndo atrás do ladrão, que caiu no chão. Contudo, o assaltante conseguiu se levantar e fugiu para dentro da estação de metrô.
Na tentativa de alcançar o criminoso, Marco Aurélio acabou caindo na escada da estação e bateu o tórax, resultando em cinco costelas fraturadas, além de um ferimento na cabeça e escoriações. "Não sei se foi na guia, no degrau que eu bati, e fraturei cinco costelas, fiz um ferimento na cabeça, tive algumas escoriações e ele foi embora com o meu celular", relatou Cunha ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes.
Reações e recomendações
O ex-dirigente comentou que sua filha passou por um episódio semelhante recentemente, também na região central de São Paulo. Ele explicou que a reação imediata ao ver o vidro quebrado foi correr atrás do ladrão. "É aquela reação que a adrenalina te dá antes de o cérebro pensar. Eu fui correndo para tentar resgatar e segurar o cara", disse.
As autoridades de segurança, no entanto, desaconselham a população a reagir em situações de assalto, pois isso pode aumentar o risco de violência. Marco Aurélio Cunha segue internado em observação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e deve passar por novos exames para avaliar sua condição de saúde. Ele não divulgou o nome do hospital em que está internado e ainda não informou se registrou um boletim de ocorrência sobre o incidente.
Este caso destaca a crescente preocupação com a segurança pública na cidade, especialmente em áreas consideradas vulneráveis a assaltos. A gangue do quebra-vidro tem se mostrado uma ameaça real, e casos como o de Cunha são um lembrete da importância de se manter vigilante e cauteloso em situações cotidianas.
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