Fonoaudióloga baleada em ônibus no Rio durante confronto policial
Aline de Siqueira Affonso foi ferida em meio a tiroteio entre PMs e criminosos.
Por Claudia Ríos · 13 de ago. de 2026, 05:32

Na manhã de quarta-feira, 12 de setembro, a fonoaudióloga Aline de Siqueira Affonso, de 53 anos, foi baleada dentro de um ônibus da linha 629 (Irajá x Saens Peña) durante um confronto armado entre policiais militares e criminosos na região da comunidade do Trem, em Vicente de Carvalho, na zona Norte do Rio de Janeiro. Aline foi imediatamente socorrida e encaminhada ao **Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV)**, onde passou por cirurgia. Segundo a direção do hospital, o estado de saúde da fonoaudióloga é considerado grave.
Contexto do Conflito Segundo informações da **Polícia Militar**, agentes do 41º Batalhão de Polícia Militar (BPM) estavam realizando patrulhamento nas proximidades da comunidade do Trem quando foram atacados a tiros por homens armados. Durante o confronto, os criminosos conseguiram fugir, mas a situação resultou em momentos de pânico e desespero para os passageiros do ônibus, incluindo Aline.
O tiroteio ocorreu na **Avenida Meriti**, onde Aline estava a bordo do ônibus no momento em que foi atingida. O policiamento na região foi intensificado após o incidente, com o objetivo de garantir a segurança da população e prevenir novas ocorrências semelhantes. A **Rio Ônibus**, entidade que representa as empresas de ônibus da cidade, lamentou o ocorrido e destacou a necessidade de medidas efetivas para enfrentar a violência que afeta o transporte público na capital fluminense. Em nota, a entidade expressou preocupação com a segurança dos passageiros e dos profissionais do setor, ressaltando que "casos como esse comprometem diretamente a vida e a segurança de passageiros e rodoviários".
Impacto no Cotidiano Local A violência no transporte público é uma questão que aflige diariamente os cariocas e levanta debates sobre a segurança nas áreas mais vulneráveis da cidade. O episódio envolvendo Aline de Siqueira Affonso traz à tona a urgência de ações efetivas por parte das autoridades para proteger os cidadãos e restabelecer a confiança no sistema de transporte público. O caso também reacende discussões sobre a necessidade de investimentos em segurança e políticas públicas que visem à redução da criminalidade nas comunidades.
Aline, uma profissional dedicada, agora se encontra em uma situação crítica, e sua recuperação será acompanhada de perto por familiares e amigos, além da sociedade que clama por justiça e segurança. O caso destaca não apenas a vulnerabilidade de cidadãos comuns em situações de violência urbana, mas também a luta contínua por um Rio de Janeiro mais seguro para todos.
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