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Drones Interrompem Operações no Aeroporto de Guarulhos

Pousos e decolagens foram suspensos por 30 minutos devido a drones.

Por Javier Molina · 20 de ago. de 2026, 06:53

Na noite da última quarta-feira, 19 de agosto, o **Aeroporto Internacional de Guarulhos**, localizado na Grande São Paulo, enfrentou uma interrupção significativa em suas operações. Por cerca de 30 minutos, entre 21h37 e 22h07, os pousos e decolagens foram suspensos após a detecção de drones na área próxima à pista. Esse incidente levantou preocupações sobre a segurança aérea, já que a presença de drones pode representar um risco de colisão com aeronaves em operação.

Detalhes do Incidente O avistamento dos drones ocorreu nas proximidades da cabeceira 28 do aeroporto, o que levou as autoridades a tomarem a decisão de suspender as operações. Como resultado, 14 voos que tinham Guarulhos como destino foram desviados para outros aeroportos. Os destinos alternativos incluíram: - **Confins (MG)**: 4 voos - **Galeão (RJ)**: 4 voos - **Viracopos (SP)**: 3 voos - **Ribeirão Preto (SP)**: 2 voos - **Curitiba (PR)**: 1 voo

Essa interrupção destaca a importância da regulamentação do uso de drones, especialmente em áreas sensíveis como aeroportos. A **Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)** já alertou que a presença não autorizada de drones pode causar atrasos e suspensões nas operações aéreas.

Regulamentação do Uso de Drones No Brasil, o uso de drones é regido por diversas normas e regulamentos, que buscam garantir a segurança do espaço aéreo. O **Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA)** também desempenha um papel crucial ao coordenar as operações de drones em áreas próximas a aeroportos. O sistema **Sarpas**, desenvolvido pelo DECEA, permite que os operadores de drones solicitem acesso ao espaço aéreo. No primeiro trimestre de 2023, o Sarpas registrou mais de 138 mil solicitações, das quais cerca de 94 mil foram aprovadas.

Recentemente, as regras de operação de drones foram atualizadas, categorizando as atividades em três níveis de risco: aberta, específica e certificada. As operações abertas envolvem menor risco, enquanto as mais complexas requerem critérios de segurança mais rigorosos.

Conclusão A presença de drones em áreas de alta movimentação, como o Aeroporto de Guarulhos, não é apenas uma questão de segurança, mas também um reflexo da necessidade de conscientização sobre as regulamentações em vigor. Com o aumento do uso de drones no Brasil, é vital que tanto os operadores quanto as autoridades estejam em sintonia para garantir a segurança no espaço aéreo.

Para mais informações atualizadas sobre segurança aérea e regulamentação de drones, acesse localpulsebrazil.com.

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