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Queda de helicóptero no Rio deixa três turistas colombianas mortas

Tragédia em voo panorâmico: investimento de R$ 2,5 mil termina em acidente fatal.

Por Sofía Romero · 09 de ago. de 2026, 04:58

Tragédia no céu do Rio de Janeiro

No último sábado (8), um trágico acidente aéreo no Rio de Janeiro resultou na morte de três turistas colombianas durante um voo panorâmico. As vítimas, Rocio Cubillos, Sofia Murillo e Wendy Manrique, faziam um passeio de helicóptero que custou R$ 2.550. O passeio tinha duração prevista de 20 minutos e era realizado em um helicóptero Robinson R44, sem portas, permitindo uma vista ampla dos famosos pontos turísticos da cidade.

Detalhes do acidente

O helicóptero, pilotado por Alessandro Rocha, caiu em uma encosta da Floresta da Tijuca, nas proximidades da Vista Chinesa, na zona sul do Rio. O impacto da queda foi tão forte que provocou uma explosão e um incêndio na vegetação local. Todos os quatro ocupantes da aeronave morreram no acidente, incluindo o piloto.

Cerca de 40 militares do Corpo de Bombeiros foram mobilizados para a operação de resgate, utilizando 11 viaturas e quatro unidades operacionais. A Polícia Civil, juntamente com as autoridades aeronáuticas, iniciou uma investigação para apurar as causas do acidente.

A empresa e a autorização

O passeio aéreo foi contratado através da empresa Voos Rio Panorâmico, que oferece experiências de sobrevoo pelas paisagens icônicas do Rio de Janeiro. Em seu site, a empresa destaca a emoção de voar sem portas, prometendo vistas deslumbrantes e uma experiência única. Os pacotes podem chegar a uma hora de duração e custar até R$ 1,3 mil por passageiro.

A Voos Rio Panorâmico obteve a autorização para realizar esse tipo de voo em outubro de 2025, após cumprir todos os requisitos estabelecidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A liberação foi concedida após uma rigorosa avaliação das condições técnicas e operacionais da empresa.

Questões de segurança

Apesar da certificação, documentos da ANAC revelam que a empresa tinha orientações para melhorar seus registros de segurança operacional. Os fiscais identificaram que a documentação sobre a avaliação de riscos e a adoção de medidas preventivas não estava sendo realizada de acordo com o manual da companhia. No entanto, o sistema foi considerado adequado para a operação.

A ANAC confirmou que a aeronave envolvida no acidente, de matrícula PP-MFS, estava regular e autorizada para operação, sendo fabricada em 2001 e comprada pela Voos Rio Panorâmico em julho de 2025. A empresa também apresentou este helicóptero durante seu processo de certificação.

Investigação em andamento

Com a tragédia, as autoridades estão agora se concentrando em entender as circunstâncias do acidente, visando não apenas a responsabilização, mas também a prevenção de futuros incidentes. O caso chama a atenção não apenas pela gravidade, mas também pelas implicações sobre a segurança nos voos panorâmicos, uma atividade que atrai muitos turistas em busca de novas experiências.

Para mais informações atualizadas, visite localpulsebrazil.com.

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